Depois da composteira (que chegou a ser confundida com um campo de pouso alienígena), a área externa da FABICO continua sua incursão ecologicamente correta. Quem circulou pelo jardim do prédio na manhã desta quarta-feira se surpreendeu com a terra que está sendo levada pro alto do telhado do prédio.
Transbordando de curiosidade, conversei com o funcionário que enchia o balde de terra, que era após levantado até o telhado e lá descarregado.
Colegas fabicanos, tragam suas sementes e mudas de alface!
O trabalhador me explicou a última aposta ambiental da nossa faculdade: o telhado vivo. Uma solução verde encontrada para substituir a antiga cobertura de alumínio, que gerava incômodos reflexos no interior do prédio, além de cozinhar os alunos durante as aulas no primeiro andar.
Além de colaborar no equilíbrio da temperatura interna do prédio, o telhado vivo faz com que, em dias de chuva, a água não caia do telhado em uma bela cachoeira, que banha os alunos já na porta da FABICO. O funcionário me explicou que o telhado vivo absorve a água da chuva, e a elimina lentamente.
A grande possibilidade de infiltrações que esse jardim suspenso pareceu causar, porém, me chamou a atenção. O moço me explicou que a terra a ser cultivada é colocada sobre uma lona grossa, muito resistente, com vida útil de dez anos. Especialista na produção de telhados vivos, o jovem senhor diz que o primeiro que construiu, há seis anos, continua funcionando muito bem até hoje.
É a máquina perfeita da natureza dando jeito nos telhados tortos dos homens.
Para saber mais:
Ecotelhado
Planeta Sustentável
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2 comentários:
Bah, Clara, eu não tinha acompanhado isso. Não sei se pelo meu turismo na faculdade, por entrar e sair correndo sempre ou por vergonhosa falta de atenção...
Espero que dê certo.
Beijos
Hmm... acho que confundi as autoras dos posts. Sorry, emanuela ; )
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